Como funciona o plano de saúde Bradesco sem coparticipação
No plano de saúde Bradesco sem coparticipação, a mensalidade já paga todo o uso da rede: consultas, exames, terapias, pronto-socorro e internações não geram nenhuma cobrança depois. Em troca, a mensalidade é mais alta que a da mesma linha na versão com coparticipação.
Na Bradesco Saúde, a escolha é feita pela empresa contratante na hora da cotação. Nos contratos para grupos de 3 a 199 pessoas, todas as linhas com segmentação ambulatorial e hospitalar com obstetrícia podem ser contratadas sem coparticipação. Como corretora, nossa equipe mostra as duas versões lado a lado, com o valor de cada pessoa e o total do grupo.
Resumo: sem coparticipação, o custo é previsível e cada uso já está pago; com coparticipação, a mensalidade cai e quem usa paga 30% de cada procedimento, até um teto em reais. A diferença de preço entre as duas só aparece na cotação.
Com ou sem coparticipação: a diferença na prática
Coparticipação é a parte do valor de um atendimento que o beneficiário paga quando usa o plano. Nos contratos SPG cotados desde 16/01/2023, ela corresponde a 30% do procedimento, limitada a um valor máximo por tipo de atendimento, e a internação tem valor fixo por evento. Sem coparticipação, nada disso existe.
| Item | Sem coparticipação | Com coparticipação |
|---|---|---|
| Mensalidade | Maior | Menor |
| Cobrança a cada uso | Nenhuma | 30% do procedimento, até o teto da linha |
| Internação | Sem custo extra | Valor fixo por internação, qualquer que seja a duração |
| Previsibilidade | Total, valor igual todo mês | Varia conforme o uso do grupo |
| Desconto em folha | Não há | Em geral, a coparticipação é descontada depois |
A coparticipação não é cobrada no balcão: ela chega depois que o prestador manda a conta para a operadora. Quem não acompanha o extrato costuma levar susto no holerite. O detalhamento completo, com tetos por linha, está em como funciona a coparticipação no Bradesco.
Quais planos Bradesco são sem coparticipação
A versão sem coparticipação existe em todo o portfólio de linhas ambulatorial e hospitalar com obstetrícia do SPG. Em alguns casos, ela é a única opção.
Premium
A linha mais completa do portfólio só é vendida sem coparticipação.
Planos só hospitalares
Como não cobrem consultas e exames de consultório, não têm versão com coparticipação.
Demais linhas
Efetivo, Efetivo Plus, Flex, Ideal, Nacional e Nacional Plus podem ser contratados com ou sem coparticipação.
Em empresas com 200 vidas ou mais, a existência da coparticipação, o percentual e os limites entram na negociação do contrato, fora da tabela padrão. E uma mesma apólice pode reunir planos com e sem coparticipação, por exemplo para categorias diferentes de funcionários.
Quanto você deixa de pagar a cada uso
A tabela mostra os tetos de coparticipação que deixam de existir quando a empresa escolhe a versão sem coparticipação. São os valores máximos por procedimento nos contratos SPG implantados a partir de 23/06/2026.
| Procedimento | Saúde+, Regional e Efetivo | Efetivo Plus, Flex e Ideal | Nacional | Nacional Plus |
|---|---|---|---|---|
| Consulta eletiva | 35 | 42 | 80 | 160 |
| Procedimentos seriados (fisioterapia, psicologia, fonoaudiologia) | 55 | 65 | 76 | 150 |
| Pronto-socorro | 100 | 124 | 155 | 320 |
| Exames especiais, como ressonância | 125 | 160 | 185 | 320 |
| Internação (valor fixo) | 280 | 340 | 550 | 600 |
Valores sujeitos a alteração pela operadora. A cobrança real é sempre 30% do procedimento ou o teto, o que for menor.
Um exemplo ajuda a ver o peso. Num plano Ideal com coparticipação, cada sessão de fisioterapia de R$ 120,00 gera R$ 36,00 de cobrança; dez sessões somam R$ 360,00. Sem coparticipação, essas mesmas dez sessões não geram nada além da mensalidade. Para testar outros cenários, use o simulador do Bradesco Saúde.
Qual versão sai mais barata para o seu grupo?
Mostramos a mesma linha com e sem coparticipação, com o valor de cada pessoa.
Quando o plano sem coparticipação compensa

Perfis que costumam ganhar com a mensalidade fixa
- Gestantes e casais que planejam filhos: pré-natal, exames e parto concentram muitos atendimentos em poucos meses.
- Tratamentos contínuos: fisioterapia, psicoterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional somam sessões toda semana.
- Crianças pequenas: consultas pediátricas e idas ao pronto-socorro são frequentes nos primeiros anos.
- Doenças crônicas: exames de acompanhamento e consultas regulares pesam na versão com coparticipação.
- Quem quer orçamento previsível: sem desconto variável na folha ou na fatura.
Quando a coparticipação pode ser melhor
Grupos jovens, que usam pouco o plano, tendem a economizar com a mensalidade menor da versão com coparticipação. Como os tetos limitam cada cobrança, o risco fica controlado. A decisão certa sai da comparação dos dois preços com o uso esperado do grupo.
O que continua valendo mesmo sem coparticipação
Escolher a versão sem coparticipação não muda a cobertura, a rede ou as carências. Alguns pontos merecem atenção:
- Internação psiquiátrica: tem cobertura sem limite de dias, mas a partir do 31º dia de internação no ano há coparticipação de 50% sobre as despesas, mesmo nos planos sem coparticipação no restante.
- Reembolso: quem usa médico fora da rede recebe o reembolso pela tabela e pelo múltiplo do contrato, não pelo valor cobrado.
- Carências: seguem as regras do contrato, dentro dos limites da ANS, nas duas versões.
- Rede: é a mesma da linha escolhida. O que define os hospitais é a linha, não a coparticipação.
Coparticipação não é contribuição
Contribuição é quando o funcionário paga uma parte fixa da mensalidade todo mês. Essa diferença importa na saída da empresa: pelos artigos 30 e 31 da Lei 9.656/1998, quem contribuía pode continuar no plano após demissão sem justa causa ou aposentadoria, assumindo o pagamento integral. Para quem só pagava coparticipação, essa permanência não está garantida.
Plano de saúde sem carência e sem coparticipação
É possível juntar as duas coisas, mas a ausência de carência não depende da versão escolhida, e sim do tamanho do contrato e do histórico de cada pessoa.
Contratos com 30 vidas ou mais
Quem é incluído em até 30 dias da assinatura ou da admissão fica isento de carência e de cobertura parcial temporária.
Grupos menores
A redução de carência é uma condição comercial avaliada pela operadora, e a portabilidade pode ser um caminho para quem já tem plano. Só vale o que estiver na proposta.
Os caminhos legais para usar o plano sem esperar estão em plano de saúde sem carência.
Como contratar o Bradesco sem coparticipação
A contratação é sempre coletiva. Para empresas, a partir de 3 vidas, pelo plano empresarial. Para o autônomo, o CNPJ de MEI já permite contratar com o titular e dois dependentes, como cônjuge e filho; os detalhes estão em plano Bradesco para MEI. Para a família que tem vínculo com uma entidade de classe, há o caminho da adesão, explicado em plano para você e sua família.
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Envie os dados do grupo
Cidade, número de pessoas e idade de cada uma.
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Compare as versões
Mostramos cada linha com e sem coparticipação, com o valor por pessoa e o total.
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Escolha linha e acomodação
Quarto ou enfermaria, rede regional ou nacional.
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Assine a proposta
Ela registra a versão escolhida, as carências e a data de início.
Sem coparticipação no MEI e na pequena empresa
Em grupos pequenos, cada uso pesa mais no orçamento, porque não há muitas pessoas para diluir o custo. Um MEI com cônjuge e filho que faz o pré-natal, por exemplo, pode acumular consultas, exames de imagem e a internação do parto em poucos meses. Na versão com coparticipação, cada um desses atendimentos gera uma cobrança; na versão sem coparticipação, tudo fica dentro da mensalidade.
Por outro lado, se o grupo é jovem e quase não usa o plano, a economia mensal da versão com coparticipação pode superar o que seria pago nos atendimentos. Por isso sempre apresentamos as duas versões da mesma linha, com o valor de cada pessoa, para a decisão ser feita com números do seu caso. As demais regras do produto estão em como funciona o Bradesco Saúde.
Perguntas frequentes sobre o Bradesco Saúde sem coparticipação
O Bradesco Saúde tem plano sem coparticipação?
Sim. As linhas ambulatorial e hospitalar com obstetrícia do SPG têm versões sem coparticipação, com mensalidade maior. O Premium e os planos só hospitalares são vendidos apenas sem coparticipação.
Plano sem coparticipação é muito mais caro?
A diferença muda com a linha, a cidade e as idades do grupo, por isso não há um percentual fixo. A cotação mostra as duas versões para você comparar com o uso esperado.
Quem decide se o plano terá coparticipação?
A empresa contratante, junto com o corretor e a operadora. O beneficiário não escolhe sozinho dentro de um contrato já fechado.
Posso ter funcionários com e sem coparticipação na mesma empresa?
Sim. Uma mesma apólice pode reunir planos com e sem coparticipação, conforme as categorias definidas no contrato.
Existe plano de saúde sem carência e sem coparticipação?
Sim. A versão sem coparticipação pode ser combinada com a isenção de carência dos contratos com 30 vidas ou mais, para quem entra no prazo. Em grupos menores, a carência depende da proposta.
Dá para trocar de versão depois de contratar?
A mudança entre as versões com e sem coparticipação é uma alteração do contrato da empresa. Fale com o corretor ou com o RH para avaliar as condições e a data em que a troca pode valer.
Como saber se o meu plano atual tem coparticipação?
Se o nome do produto inclui COPART ou se o app mostra o menu de coparticipação com simulador e extrato, o contrato tem coparticipação. O RH da empresa também informa.
